“Fantasy football é para perdedores” ataca Clavicular

O streamer Clavicular (a esquerda) em entrevista à TMZ Sports (Imagem: Divulgação TMZ Sports)
O streamer Clavicular (a esquerda) em entrevista à TMZ Sports (Imagem: Divulgação TMZ Sports)

O fantasy football acaba de ganhar um novo inimigo e ele não parece disposto a negociar. O streamer viral Clavicular criticou duramente a modalidade e afirmou que não entende como alguém pode dedicar parte do tempo livre a montar escalações, acompanhar estatísticas e disputar ligas virtuais.

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Em entrevista ao TMZ Sports, publicada nesta quinta-feira (17), Clavicular classificou o fantasy football como algo “absurdo”, “obsessivo” e uma enorme perda de tempo. Segundo ele, trata-se de uma atividade que pode consumir uma quantidade exagerada de atenção sem trazer qualquer benefício concreto para a vida dos participantes.

“Eu acho isso a coisa mais absurda: pessoas jogando esses esportes virtuais”, afirmou o streamer.

Clavicular foi além e direcionou a crítica para o nível de dedicação de alguns jogadores de fantasy. Na visão dele, passar horas pesquisando estatísticas, estudando jogadores, analisando drafts e fazendo alterações nas escalações seria um uso inadequado do tempo livre.

O streamer contou ainda que o fantasy football também tomou conta da rotina de seu próprio pai. Segundo Clavicular, ele observa o pai tão concentrado nos drafts e na competição que a atividade acaba ocupando espaço excessivo em sua vida.

“É fanatismo em sua forma mais pura”, disse.

“Ninguém deveria jogar fantasy sports”

A crítica não ficou restrita ao fantasy football. Clavicular também questionou a dedicação das pessoas aos esportes em geral e argumentou que o tempo empregado na atividade poderia ser direcionado para outras áreas consideradas por ele mais produtivas.

Em determinado momento da entrevista, ele citou como exemplo pessoas na casa dos 30 anos com problemas financeiros que, mesmo assim, dedicam tempo ao fantasy football.

Para Clavicular, a conclusão é simples: não existe um benefício que justifique o investimento de tempo.

“Eu rejeito completamente a ideia. Não acho que ninguém deveria jogar fantasy sports”, afirmou.

A declaração ganhou repercussão justamente no momento em que milhões de torcedores estão mergulhados nas ligas de fantasy com o início da temporada da NFL. Entre drafts, waiver wire, lesões e escalações semanais, a modalidade se tornou uma atividade paralela para muitos fãs que acompanham a liga.

Agora, Clavicular decidiu entrar em campo, pelo menos no debate, contra uma das atividades mais populares entre os fãs de futebol americano.

E, considerando a quantidade de jogadores que passam a semana inteira discutindo se devem escalar ou deixar um atleta no banco, provavelmente não faltarão adversários para responder.

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Tiago Munden
Iniciou no esporte como jogador no Amazon Black Hawks (Manaus) em 2009. Passou pelo GET Eagles (atual Galo) e se aposentou dos campos em 2016, passando a atuar na diretoria da equipe. Em 2017, tornou-se membro da Touchdown Mineiro e da FABr Network, cobrindo principalmente o futebol americano em Minas Gerais. Ingressou no América Locomotiva em 2018 e, no mesmo ano, passou a integrar a FEMFA. Em 2021, foi vice-presidente da CBFA na chapa com Cris Kajiwara. Desde 2016, atua também como narrador, comentarista, colunista, fotógrafo e cinegrafista.

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