
George Pickens chega ao Rio de Janeiro no fim de setembro vivendo o melhor momento da carreira. Em sua primeira temporada em Dallas, o wide-receiver estabeleceu recordes pessoais em recepções (93), jardas recebidas (1.429) e touchdowns (nove), liderando o time em todas as três categorias e sustentando a função de WR1 durante as três partidas em que CeeDee Lamb ficou fora por uma entorse de tornozelo.
Depois de assinar rapidamente a franchise tag e comparecer a todas as atividades obrigatórias da offseason, foi apontado pelo Fort Worth Star-Telegram como o MVP do training camp dos Cowboys — período em que avisou que estava colocando a liga em alerta. É com esse cenário que ele desembarca para o primeiro jogo da NFL no Maracanã, onde os Cowboys serão os mandantes contra os Ravens.
Questionado pelo Salão Oval em coletiva sobre se ser o melhor em campo naquela noite entra na lista de objetivos dele em Dallas, num momento histórico para a liga e no estádio mais icônico do mundo, Pickens respondeu: “Eu definitivamente quero isso, espero conseguir”, disse o recebedor. “Todo mundo está animado para estar nesse jogo, no Rio pela primeira vez”, afirmou.
O duelo marca a estreia da NFL no Maracanã e coloca Pickens diante de uma das defesas mais físicas da AFC, num confronto que deve testar justamente aquilo que virou sua assinatura: as bolas divididas, que Dak Prescott não hesita em lançar na direção dele.
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Aos 25 anos e jogando por um contrato de um ano, Pickens tem motivos de sobra para transformar a viagem ao Brasil em vitrine. O mercado de recebedores explodiu nos últimos offseasons, e uma atuação de destaque num jogo que será visto no mundo inteiro pesa tanto no campo quanto na mesa de negociação. Se depender do que ele mostrou no training camp, o Maracanã vai conhecer um Pickens em ponto de bala.


