Na semana do jogo contra o Pittsburgh Steelers, neste domingo, dia 25, no Stade de France, o New Orleans Saints levou seis jogadores para a coletiva em Paris. Perguntado sobre a segurança na cidade em meio aos protestos, o defensive end Cameron Jordan contou que ouviu a mesma pergunta em casa. “Minha esposa me perguntou a mesma coisa. Eu disse: não sei”, brincou. Ele foi ao centro de Paris, comeu um döner e passou por alguns lugares, sem presenciar nenhum protesto. “Eu não vi nada”, afirmou.
Jordan também tomou um café rápido pela cidade e saiu com uma boa impressão. “As pessoas foram muito, muito legais”, disse. O veterano aproveitou para elogiar o planejamento da franquia, que chegou a Paris na segunda de manhã. Segundo ele, se tivesse que jogar logo após o desembarque, estaria em campo “parecendo uma água-viva”. “A organização do Saints fez um trabalho fenomenal”, disse.
O relato dele vai na linha do que disse o general manager Mickey Loomis no começo da semana. Perguntado sobre os protestos, o dirigente afirmou que o time é informado sobre a situação e confia na segurança montada pelas autoridades locais, pela NFL e pela própria franquia. “Até agora, não fomos afetados de forma alguma”, disse Loomis.
Já Alvin Kamara está de olho no peso histórico do domingo. Ele contou que todas as pessoas com quem conversou disseram que o Stade de France é provavelmente o estádio mais bonito do país, e lembrou que este será o primeiro jogo da NFL na França. “Eu quero vencer”, disse. “Assim, vamos sempre poder nos gabar de ter vencido o primeiro jogo de futebol americano disputado na França. Vamos fazer parte da história.” O running back ainda brincou que, quando outros times vierem jogar no estádio, o Saints poderá dizer que já venceu ali.
Veja a íntegra da coletiva:



