O ex-jogador da NFL Antony Auclair vive uma nova fase na carreira esportiva. Depois de atuar na NFL e conquistar o Super Bowl LV pelo Tampa Bay Buccaneers, o canadense agora defende a seleção do Canadá no Mundial de Flag Football 2026, realizado em Düsseldorf, na Alemanha.
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Aos 32 anos, Auclair foi convocado pela Football Canada para integrar a seleção masculina canadense. Vestindo a camisa número 8, ele atua como receiver/rusher e também foi escolhido como um dos capitães da equipe.
Nascido em Quebec City, no Canadá, Auclair iniciou sua trajetória no futebol americano universitário pela Université Laval, antes de chegar à NFL. Em 2017, assinou com o Tampa Bay Buccaneers e posteriormente também passou por Houston Texans e Tennessee Titans. Ao longo da carreira na NFL, disputou 56 partidas.
O momento mais importante de sua passagem pela liga aconteceu na temporada 2020. Como jogador do Buccaneers, Auclair fez parte do elenco que derrotou o Kansas City Chiefs por 31 a 9 no Super Bowl LV, conquistando o título da NFL ao lado de nomes como Tom Brady.
Após anunciar sua aposentadoria do futebol americano em 2024, Auclair encontrou no flag football uma oportunidade para continuar competindo em alto nível. A modalidade apresenta diferenças importantes em relação ao futebol americano tradicional, principalmente pela ausência dos tackles, mas permite que atletas com experiência no esporte utilizem habilidades como velocidade, leitura de jogo e capacidade de recepção.
Com 1,98 metro de altura, Auclair também oferece uma característica diferenciada à seleção canadense. Seu porte físico e sua experiência como tight end na NFL fazem dele um alvo de grande alcance no ataque, enquanto sua experiência defensiva contribui para sua utilização como rusher.
A presença de Auclair ganha ainda mais relevância diante do crescimento internacional do flag football. A modalidade fará sua estreia nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, aumentando significativamente o interesse de atletas de futebol americano tradicional pela nova disciplina.
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No Mundial de Düsseldorf, o Canadá integra o Grupo B, ao lado de Áustria, Japão e Nigéria (desistente por falta de visto). Para Auclair, a competição representa mais do que uma nova experiência internacional: é a oportunidade de continuar sua trajetória no futebol americano em uma modalidade que está prestes a entrar definitivamente no cenário olímpico.



