Em busca de vaga olímpica, adversários do Mundial de Flag Football exaltam força física do Brasil

O suíço Claudio Ferrari passou uns tempos no Brasil e arrisca o português Imagem: Reprodução vídeo do YouTube (Salão Oval)

As seleções que compõem o grupo do Brasil na disputa do Mundial IFAF 2026, em Düsseldorf, iniciam a caminhada na Alemanha com um objetivo em comum: garantir a classificação direta para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Jogando em casa, a Alemanha enxerga o torneio como o momento de maior pressão e motivação de sua história. O quarterback alemão Benjamin Klever destacou o peso do confronto contra os brasileiros na última rodada da fase de grupos e projetou um embate intenso: “Acho que será um jogo muito físico. Do ponto de vista atlético, estamos em um nível muito alto, e se jogarmos com inteligência será uma ótima partida, mas certamente será um duelo duro”.

O respeito ao porte atlético do Brasil também foi um dos pontos enfatizados pelos representantes de Suíça e México. O defensor suíço Claudio Ferrari, que é medalhista mundial e aprendeu português após morar no Brasil, garantiu que a equipe estudou detalhadamente o elenco brasileiro antes da estreia.

Já o wide-receiver mexicano Christopher Padrón revelou a impressão deixada pelo time brasileiro durante as sessões de análise tática em vídeo: “Vemos um time muito sólido e bastante musculoso. Eles têm um sistema muito bom, sob o comando do head coach John, a quem conheço da Cidade do México. Temos muito respeito por eles e sabemos que farão um grande papel”.

Para além dos confrontos diretos contra a Seleção Brasileira, o clima no Grupo C é marcado pela busca por revanche e pela consolidação do entrosamento. A Suíça aposta em sua química de equipe por treinar junta com frequência para defender o favoritismo, enquanto o México foca em dar o troco nos suíços — que os tiraram do pódio no último Mundial — para buscar o ouro. Todos os adversários concordam que, com o ineditismo da corrida olímpica e o alto nível dos atletas, a margem para erros na Alemanha será zero para qualquer uma das potências da modalidade.

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Editor-chefe do Salão Oval, maior plataforma de mídias destinada ao FABR, Social Media Journalist da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e Social Media Editor para a Premier League (Campeonato Inglês de Futebol). Realizei coberturas nacionais pelas cinco regiões do Brasil e também nos EUA (Mundial de Ohio) e Perú (1º Torneio Guerrero de Los Andes), sempre acompanhando o futebol americano nacional de perto. Narrador e comentarista para o futebol americano nacional em diversas ocasiões (BandSports, Fox Sports e Globo Esporte.com), fui também jogador da Lusa Lions (flag 2008) e do Corinthians Steamrollers (2009 a 2012).

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