Galo Futebol Americano anuncia criação de equipe de flag football e amplia seu programa esportivo

Eddie Aragão, CEO do Galo | Foto: Tiago Munden
Eddie Aragão, CEO do Galo | Foto: Tiago Munden

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O Galo Futebol Americano oficializou a criação de sua equipe de flag football (masculino e feminino), dando mais um passo na expansão do projeto esportivo do clube. A iniciativa surge em meio ao crescimento acelerado da modalidade no Brasil e no mundo, impulsionado principalmente pela inclusão do flag football no programa olímpico dos Jogos de 2028.

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A decisão marca a entrada do Galo em um grupo seleto de programas tradicionais do futebol americano nacional que junto com o Galo compõe a Superliga D1 e investem simultaneamente no flag.

Entre as equipes da D1 de 2025 que possuem programas de flag (base 2025) estão Locomotiva, Cruzeiro, Vasco, Flamengo, Rhynos, Weilers (jogou o paulista de flag), Fortaleza, Mariners, Cavalaria, Croco, BS, Manaus Cavaliers, Espectros, Spartans, Rex, Istepôs, Wolves, Corinthians, Hawks, Calvary e Manaus.

Esse movimento vem fortalecendo o ecossistema do esporte no país, criando um caminho de desenvolvimento que conecta o flag football ao futebol americano de tackle.

Alguns times conseguem fazer a migração, identificando atletas de destaque no flag football para o programa tackle, mas também fazendo o caminho inverso dos talentos do tackle se destacando no flag.

Flag Football no Galo: esporte independente e porta de entrada

Segundo o CEO do Galo Futebol Americano, Eddie Aragão, o projeto nasce com uma visão estratégica para o futuro da modalidade. “O crescimento expressivo do flag nos últimos anos aumentou significativamente o interesse de novos atletas, cenário que levou o clube a estruturar uma equipe própria. A organização entende que o flag football não apenas cresce como esporte independente, mas também funciona como uma importante porta de entrada e ferramenta de desenvolvimento para o tackle”, explicou o dirigente.

A decisão de criar a nova equipe foi tomada pelo presidente Wesley, em conjunto com a diretoria do clube. A parte técnica ficará sob responsabilidade do coach Kinas, que liderará a formação e preparação do elenco.

Os treinamentos acontecerão na estrutura da Vila Olímpica, espaço que oferece as condições necessárias para o desenvolvimento do projeto. Além do campo e da infraestrutura esportiva, o local também conta com suporte de um departamento de saúde e performance, elemento considerado fundamental para o crescimento sustentável da equipe.

“O sentimento dentro da organização é muito positivo. Acreditamos que esse novo projeto vai contribuir para o fortalecimento da modalidade e também para a formação de novos atletas”, salientou Aragão.

Seletiva aberta para novos atletas

O Galo anunciou uma seletiva aberta para novos atletas, que contemplará tanto o tackle quanto as equipes de flag football masculino e feminino.

A seletiva está marcada para o dia 16 de março, na Vila Olímpica, e representa uma oportunidade para atletas interessados em ingressar no programa da equipe.

Para a temporada de 2026, o Galo já tem presença confirmada nas principais competições do futebol americano. O time disputará o Campeonato Mineiro e a Superliga D1, duas das competições mais importantes do calendário nacional para equipe mineira.

Já o projeto de flag football ainda está em fase inicial de estruturação. Por isso, o clube ainda avalia a possibilidade de participação no circuito regional do Brasileirão de Flag nesta temporada, dependendo do andamento da formação da equipe e do desenvolvimento do elenco. O Campeonato mineiro de flag football já aconteceu em fevereiro deste ano.

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Iniciou no esporte como jogador no Amazon Black Hawks (Manaus) em 2009. Passou pelo GET Eagles (atual Galo) e se aposentou dos campos em 2016, passando a atuar na diretoria da equipe. Em 2017, tornou-se membro da Touchdown Mineiro e da FABr Network, cobrindo principalmente o futebol americano em Minas Gerais. Ingressou no América Locomotiva em 2018 e, no mesmo ano, passou a integrar a FEMFA. Em 2021, foi vice-presidente da CBFA na chapa com Cris Kajiwara. Desde 2016, atua também como narrador, comentarista, colunista, fotógrafo e cinegrafista.

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