Em “jogo do ano”, Hornets recebe Tubarões em Sorriso

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O Hornets garantiu vaga nos playoffs com a vitória sobre o Coyotes. Foto: Leandro Strada

Boa parte da expectativa para a partida entre Sorriso Hornets e Tubarões do Cerrado neste sábado (13) esvaiu-se com a perda da invencibilidade de 19 jogos dos mato-grossenses na última rodada. Esperava-se que os dois chegassem ao confronto invictos, no auge de suas formas, para decidir no “jogo do ano” do Centro-Oeste, o primeiro lugar dos playoffs. Mesmo assim, o confronto ainda vale a busca por uma melhor colocação no mata-mata da Conferência, já com as duas equipes classificadas.

A perda da invencibilidade

A derrota do Hornets para o Leões de Judá significou o primeiro revés do time de Sorriso desde 2016. Mas para os anfitriões deste sábado, o jogo serviu para análises e o objetivo agora é encarar o mais tradicional time do Distrito Federal.

“Na última rodada, tivemos um grande jogo contra o Leões de Judá, decidido nos últimos segundos, quando perdemos nossa invencibilidade de 19 jogos. Mas é normal, os recordes estão aí para ser quebrados. Agora, estamos muito mais fortes para enfrentar o Tubarões, o melhor time do Centro-Oeste, um dos melhores do Brasil”, explicou Angelo Santos, presidente do Hornets.

Fabricio Ataíde, head coach do Tubarões, também comentou sobre a queda do Hornets, mas minimizou qualquer importância para o time de Brasília: “Apesar do favoritismo, considerávamos plausível a derrota do Hornets jogando fora de casa. Portanto, o resultado não mudou nosso planejamento: ainda é preciso viajar até Sorriso e vencer o Hornets”.

A matemática dos playoffs

Invencibilidade e expectativas à parte, o jogo vale ficar melhor colocado nos playoffs do Centro-Oeste, o que significa muitas vezes não viajar por mais de mil quilômetros e não poder contar com o elenco completo.

Se o Tubarões vencer, está invicto, 6-0, e com o seed 1. Já se o Hornets vencer, pode ficar em primeiro. O porém é se o Leões de Judá também derrotar o Cuiabá Arsenal. Desta forma, Tubarões, Hornets e Judá estariam 5-1, com cada um deles tendo vencido o outro (o Tubarões venceu o Judá, o Judá derrotou o Hornets e o Hornets ao Tubarões). Neste caso, como prevê o regulamento, o desempate dos seeds aconteceria por sorteio.

“É um dos jogos mais aguardados e estamos com um time completo, o que não aconteceu contra o Leões. Queremos a vitória por um melhor seed nos playoffs, o que minimiza custos de viagem e garante um roster mais completo. Vamos bater de frente com o Tubarões. Respeito muito o coach Fabrício, que está fazendo um excelente trabalho, mas temos que mostrar que o Hornets tem totais condições de bater de frente com qualquer time do Brasil”, explicou Angelo.

O peso da viagem

Para o Tubarões do Cerrado, além de enfrentar um time forte, a viagem é um peso grande – são mais de 24 horas de Brasília até o interior do Mato Grosso.

“A viagem tem um peso gigantesco na conferência Centro-Oeste, mas prego que não pode ser uma desculpa, pois é um fardo para todas as equipes. Para jogar sábado, são 24 horas de viagem até Sorriso. Portanto, variáveis como câimbras, desidratação e desgaste físico ficam mais evidentes e a sideline precisa planejar substituições e contingências. É um desafio, mas a equipe sabe que grandes times precisam saber ganhar fora de casa e isso foi um combustível para nossa preparação”, explicou o head coach azul, Fabricio Ataíde.

> Confira tudo sobre a Conferência Centro-Oeste da BFA

Serviço: Sorriso Hornets x Tubarões do Cerrado – BFA

Quando: Sábado, 13, às 18h (horário local)

Onde: Estádio Municipal de Sorriso

Ingressos: Saiba mais nas mídias sociais do Hornets

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Editor-chefe do Salão Oval, maior plataforma de mídias destinada ao FABR, Social Media Journalist da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e Social Media Editor para a Premier League (Campeonato Inglês de Futebol). Realizei coberturas nacionais pelas cinco regiões do Brasil e também nos EUA (Mundial de Ohio) e Perú (1º Torneio Guerrero de Los Andes), sempre acompanhando o futebol americano nacional de perto. Narrador e comentarista para o futebol americano nacional em diversas ocasiões (BandSports, Fox Sports e Globo Esporte.com), fui também jogador da Lusa Lions (flag 2008) e do Corinthians Steamrollers (2009 a 2012).

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