Black Hawks faz história e vence Rex em estreia na elite

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O linebacker mexicano Miguel Canceco (com uma interceptação e duas recuperações de fumble) e o kicker/punter Carlos Lessa foram os destaques da vitória histórica do Black Hawks Foto: Carlos Constantinov / Salão Oval

Um jogo histórico para o Black Hawks. Pela primeira vez na elite nacional, o time de Gaspar encarava o atual pentacampeão estadual catarinense e bicampeão nacional (2015-16), o T-Rex, equipe que nunca havia derrotado. Hoje, no entanto, o tabu caiu, no quinto encontro entre os times: 10 a 6 para o Hawks.

O jogo

Após bons avanços até o campo de ataque, o quarterback do Rex, Romário Reis, acabou sendo interceptado pelo linebacker mexicano Miguel Canceco. O Black Hawks aproveitou a chance, avançou até a redzone e abriu o placar na corrida do quarterback Carraro, que ainda passou para Victor Hugo confirmar uma conversão de dois pontos: 8 a 0 para o Black Hawks.

Já no segundo quarto, em nova campanha do Rex, Canceco brilhou mais uma vez. Após fumble forçado no wide-receiver Guilherme Meurer (Rex), o mexicano estava ligado para recuperar a bola e devolver o ataque dos mandantes a campo. Na sequência, Carraro encontrou novamente o wide-receiver Victor Hugo, que ficou com a bola e deixou o Hawks na redzone.

O Rex reagiu com um bonito sack do nose tackle Gabriel Terra sobre Carraro. Após faltas, os mandantes acabaram voltando para uma terceira para 38 jardas para o touchdown. A saída, para o Hawks, foi o punt.

Na retomada, Bassani entrou no lugar de Romário Reis como quarterback. O Rex conseguiu avançar e em jogada de Bassani para o wide-receiver Guilherme Meurer, o Rex diminuiu para 8 a 6 (conversão de dois pontos sem sucesso).

O terceiro quarto recomeçou com predomínio das defesas, que impediram que os ataques conseguissem sequer primeiras descidas. Em um punt com as costas na parede, o Rex foi bloqueado por Russo e acabou sofrendo um safety – 10 a 6 Black Hawks.

O último quarto continuou disputado até que Bassani fez um lindo passe de 60 jardas para Meurer, deixando o Rex na goal line. No quarterback sneak, Bassani correu para a endzone, mas acabou sofrendo fumble, recuperado pelo mexicano Canceco.

O Black Hawks não conseguiu pontuar na campanha, mas fez um punt especatular com Carlos Lessa, deixando o Rex na jarda dois de defesa. Forçado a big plays, Bassani acabou sendo interceptado por Guga. Com três minutos no relógio, o Rex conseguiu levar a bola até a goal line novamente. Insistindo com Felipe Rosa, o Mega, Bassani não teve sucesso. Faltando 10 segundos, Bassani mudou de alvo e encontrou o wide-receiver Ian Bittencour sozinho na endzone. O jogador do Rex não teve domínio e o a vitória, histórica do Black Hawks, foi garantida com Carraro ajoelhando: 10 a 6.

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O que vem por aí?

Em 2016, o Rex também começou perdendo para o WSI, mas chegou ao Brasil Bowl e foi campeão. Se quiser repetir a temporada, o Rex terá que vencer o clássico catarinense contra o Jaráguá Breakers.

Já o Black Hawks continuará fazendo história em sua primeira participação na elite ao visitar o mesmo Breakers.

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Editor-chefe do Salão Oval, maior plataforma de mídias destinada ao FABR, Social Media Journalist da FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e Social Media Editor para a Premier League (Campeonato Inglês de Futebol). Realizei coberturas nacionais pelas cinco regiões do Brasil e também nos EUA (Mundial de Ohio) e Perú (1º Torneio Guerrero de Los Andes), sempre acompanhando o futebol americano nacional de perto. Narrador e comentarista para o futebol americano nacional em diversas ocasiões (BandSports, Fox Sports e Globo Esporte.com), fui também jogador da Lusa Lions (flag 2008) e do Corinthians Steamrollers (2009 a 2012).

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